Monday, September 5, 2011

NA CONTRAMÃO, ÍNDIA OU AMAZONAS COMO DESTINO?

Quem passar pela “Saraiva Mega Store” poderá descobrir entre tantos títulos lançados, o livro ‘Entre nós dois...’. Intrigada, essa pessoa acabará perguntando para si: quem é essa escritora?” Na orelha do livro (apenas uma orelha) tem apenas a informação, “Nascida em Manaus, Izis Negreiros é fotografa, produtora e roteiristas de filmes”. Na contracapa, uma rápida sinopse sobre o livro. Momento em que se descobre se trata de um romance com passagem pela cultura indiana. Apresentação do livro, Izis dispensou. Então é isso, “Entre nós dois...” é a saga de amor de Vania Gupta e Rishi.

Nascida da Índia, criada no Amazonas por força dos ‘deuses indianos’. Vania perdeu os laços com a cultura do seu país de origem. Já adulta, depois de terminar o curso de enfermagem, volta à Índia para descobrir o país em que nasceu e encontrar a identidade perdida. O meio que encontra para facilitar essa reintegração é o voluntariado. Assim, passa a trabalhar como enfermeira voluntária num hospital em Bandra, um bairro de Bombay na tradicional Índia. Mais uma vez, os ‘deuses indianos’ traçam uma nova trajetória para Vania que descobri o amor nos braços de Rishi, um médico indiano em conflito com a sua própria existência. Rish, numa investida cafajeste nos padrões ocidentais, seduz Vania que agradeceu aos ‘deuses indianos’ pelo bliss (ato de felicidade) recebido. Enfim, um amor carnal que a tornou devedora por toda a vida.

Izis, novamente ousada, arrisca um passeio pelo labirinto da cultura indiana, ao mesmo tempo em que passeia pela cultura amazônica. Através dos principais personagens, encontra-se a contraditória vida x morte, a busca da espiritualidade na tentativa de justificar a relação matéria x espírito. A nova escritora nos surpreende na forma que narra a sua história. A personagem Nina, uma curiosa sobre a cultura indiana, narra na primeira pessoa o seu encontro com Vania, em seguida permite que Vania seja a narradora da sua própria história. Na condensação dos blocos narrativos, Izis aplica um recurso muito usado na confecção de um roteiro de cinema e montagem de um filme, ou seja, não tem o compromisso com uma narrativa linear. Isso ela trás do cinema que pratica motivo que força o leitor a dar mais atenção em cada capítulo para não se perder na trajetória dos personagens. Assim, nasce uma escritora. Como escrever é um exercício. Izis Negreiros começou a exercitar com louvor.

Manaus 20 de agosto de 2011.

Roberto Rogger

diretor, roteirista e membro do Conselho Municipal de Política Cultural


Sunday, July 10, 2011

Lançamento dia 03/08/2011

Sinopse

Do retorno a Índia, as transformações – pedaços – do amor que transcendeu a alma e suportou a desesperança da espera de uma distância, passando pelos mistérios dolorosos das emoções profundas daqueles que amam ou deixam de amar, recordados em Chhatrapati Shivaji, na cidade de Mumbai.

Num singelo e delicado esforço de conectar Nina neste mundo de fantasia, de realidade e de afetividade ao apresentá-la a sua – ponte do destino – Vania Gupta arremete-lhe rumo ao passado, rumo as suas origens.




Between us ...

synopsis

Returning to India, the transformations - pieces - the love that transcended the soul and tolerate the desperation of waiting for a distance, passing between the sorrowful mysteries of the deep emotions of love remembered at Chhatrapati Shivaji in the city of Mumbai.

In a simple and delicate effort to connect Nina in the world of fantasy, reality and affection to introduce her to his - bridge of destiny - Vania Gupta rushes him into the past, into its origins.

only version in Portuguese in Brazil.

Friday, April 22, 2011

A história que ninguém contou...


Havia uma ilha onde moravam todos os sentimentos: a riqueza, a alegria, a tristeza, a vaidade, sabedoria, o amor e outros. Um dia avisaram para os moradores que a ilha ia ser invadida. Apavorado o amor cuidou para que todos os sentimentos se salvassem. Ele disse: “fujam, a ilha vai ser inundada” Todos correram e pegaram os barquinhos para irem até um morro bem alto. Só o amor não se apressou; ele queira ficar um pouco mais com sua ilha. Quando estava quase se afogando correu para pedir ajuda. Vindo a riqueza, e disse: “riqueza, me leve com você”. A riqueza disse: “não posso, o meu barco está cheio de ouro e prata, e você não vai caber”! Pedindo à vaidade “leve-me com você”. Ela disse: “não posso, vai sujar todo o meu lindo e maravilhoso barco novo”! Disse à tristeza: “posso ir com você”? Ela falou: ha, amor! Estou tão triste que prefiro ir sozinho. A alegria, então, estava tão alegre que nem ouviu o pedido do amor. Passou um velhinho e disse: “sobe, amor, eu levo você”. Chegou ao morro, o amor perguntou à sabedoria: “quem é o velho que me trouxe até aqui”? A sabedoria respondeu firmemente: “É o tempo”! e o amor perguntou: “porque o tempo? E a Sabedoria respondeu: “porque só o tempo é capaz de ajudar a atender um grande amor.

Minha Mana







Monday, March 7, 2011

NEXT BOAT ....

The commander observes the cabin passengers rise, he knows not everyone will follow this trip. Some will have to wait for the next boat. During the trip who did not want to leave yours affair will be left riverside, because nobody can reach BEYOND THE SEA bringing any kind of baggage.



Today is just today”

My Dad



O PRÓXIMO BARCO....


O comandante observa da cabine do barco os passageiros subirem, ele sabe que nem todos poderão seguir nessa viagem. Alguns deles terão de esperar o próximo barco. Durante o trajeto aqueles que não quiseram deixar seus pertences terão de ficar a margem do rio, pois não se pode chegar ao ALÉM MAR trazendo qualquer tipo de bagagem.

“Hoje é apenas hoje”

Meu pai